segunda-feira, 29 de outubro de 2012

TIREOIDE: O que fazem os hormônios T3 e T4

A tireoide  pesa cerca de 30 gramas, lembra uma borboleta e fica na frente da laringe, na região popularmente conhecida como gogó. A tireoide trabalha obedecendo ordens enviadas na forma do hormônio TSH (sigla inglesa de hormônio estimulador da tireoide  pela hipófise, que fica no cérebro. O resultado é a produção dos famosos hormônios tireoidianos, o T3 e o T4, que regulam a velocidade do funcionamento do organismo. São eles que controlam o conjunto de processos que acontecem no interior de cada célula, queimando as calorias ingeridas com os alimentos para produzir a energia necessária à manutenção das funções vitais e à realização de atividades físicas. Dá para imaginar o tamanho da encrenca quando essa produção fica destrambelhada, acelerando demais ou retardando esses processos - coisa que acontece em cinco de cada 100 pessoas. E, não se sabe bem o porquê, as mulheres com mais de 30 anos são as principais vítimas desse descontrole.

A triiodotironina, o famoso T3 e a tiroxina, como também é conhecido o T4, agem praticamente em tudo quanto é canto. Veja por que o excesso ou a falta deles provoca uma pane geral:

Sistema gastrintestinal e urinário


Em níveis normais: reforçam a ação das catecolaminas, que podem interferir no funcionamento do intestino. Os rins também são influenciados.
Hipotireoidismo: o intestino fica mais lento e a pessoa sofre com prisão de ventre. Os rins passam a filtrar os líquidos lentamente e o indivíduo urina menos.
Hipertireoidismo: o funcionamento do intestino se acelera, provocando um número maior de evacuações. A pessoa também urina mais vezes.

Sistema nervoso

Em níveis normais: São essenciais para o desenvolvimento e a manutenção do sistema nervoso central. Também potencializam a ação das catecolaminas (hormônios produzidos pelas adrenais, que podem agir como neurotransmissores).
Hipotireoidismo: pode ocasionar depressão, dificuldades com a memória, lentidão de movimentos, de raciocínio e de fala. Pode haver inchaço e queda das pálpebras superiores.
Hipertireoidismo: irritabilidade, nervosismo, ansiedade, agitação, insônia, aumento da velocidade e amplitude dos movimentos e tremores. Há casos de retração das pálpebras.

Sistema cardiovascular 


Em níveis normais: interferem nos batimentos cardíacos e agem no mecanismo conhecido como débito cardíaco (quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto), assegurando o fornecimento suficiente de oxigênio aos tecidos.
Hipotireoidismo: diminuição da freqüência cardíaca, da força e velocidade de contração do coração e do débito cardíaco. 
Hipertireoidismo: taquicardia e arritmias.

Sistema muscular-esquelético, pele, cabelo e unhas 


Em níveis normais: regulam a síntese de proteínas na célula, essencial para o crescimento e desenvolvimento dos músculos e da massa óssea.
Hipotireoidismo: a menor produção de proteínas pelo organismo pode desencadear fraqueza, dores musculares, cãibras e diminuição da massa óssea. Há queda de cabelo, as unhas ficam quebradiças e a pessoa fica "inchada", com dificuldade de contração e de relaxamento muscular.
Hipertireoidismo: os hormônios queimam proteínas em excesso, causando os mesmos sintomas do hipotireoidismo.

Temperatura corpórea


Em níveis normais: regulam a geração de calor por meio de sua ação no metabolismo e no consumo de oxigênio.
Hipotireoidismo: um metabolismo energético mais lento abaixa a temperatura corporal. A diminuição da circulação cutânea para manter o calor corporal torna a pele fria e intolerante ao frio.
Hipertireoidismo: acelerado, o metabolismo eleva a temperatura. Com a dilatação dos vasos para dissipar o calor, a pele fica quente e a pessoa costuma suar muito, mesmo em dias pouco quentes.

Peso

Em níveis normais: regulam o metabolismo energético, ou seja, a transformação dos nutrientes (especialmente a glicose) em energia para manter as funções vitais e para a atividade física.
Hipotireoidismo: o metabolismo energético trabalha devagar, ocasionando um menor gasto de energia e o aumento de peso. Mas a pessoa engorda principalmente por causa do acúmulo de mucopolissacarídeos (cadeias de açúcar usadas na construção de tecidos), que associados à retenção de água produzem inchaço.
Hipertireoidismo: acelera o metabolismo, levando a um maior gasto de energia e perda de peso, apesar do aumento de apetite.

Sistema reprodutor 

Em níveis normais:
O T3 e o T4 interagem com os hormônios da hipófise e do aparelho reprodutor, ajudando a manter as funções reprodutivas em ordem.
Hipotireoidismo: ocasiona irregularidade na menstruação, infertilidade e diminuição da libido.
Hipertireoidismo: também causa irregularidade na menstruação e infertilidade, mas aumenta a libido.

Se você sentir um ou mais dos sintomas procure um endocrinologista e faça o exame. Com tratamento a sua qualidade vida melhora muito.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

CÂNCER DE MAMA: A DEFESA ESTÁ EM SUAS MÃOS

Boa tarde amigos,

No mês dedicado ao tratamento e cura do câncer de mama, conhecido mundialmente como outubro rosa, selecionamos umas dicas bem legais sobre esse mal que nos assusta, mas tem cura, se detectado precocemente.

A matéria é super interessante, vale a pena ler.
Boa semana a todos!! 
Equipe VIVACLUB 

CÂNCER DE MAMA: A DEFESA ESTÁ EM SUAS MÃOS

A herança genética não é o que mais importa para determinar o risco de ter câncer de mama. Os maus hábitos — esses, sim — são os grandes responsáveis pela maioria dos tumores mamários.

“A maioria dos casos, 8 em cada 10, não tem relação alguma com antecedentes familiares", alerta o oncologista Ronaldo Corrêa, do Instituto Nacional de Câncer, no Rio de Janeiro. 

Já que o destino das glândulas depende, principalmente, dos hábitos de todo dia. Estudos revelam que a vitamina D, das castanhas e dos peixes, produzida pra valer quando tomamos sol, teria efeito protetor contra o câncer mamário. A descoberta é do epidemiologista francês Pierre Engel, do Instituto Gustave Roussy, que, durante uma década, analisou dados referentes a mais de 67 mil mulheres. "A forma ativa da vitamina, o calcitriol, regula o ciclo das células da mama, inibindo sua proliferação desordenada", explica Engel.
 

Não à toa, a probabilidade de manifestar o nódulo maligno foi 32% menor em quem aliava o consumo do nutriente a banhos de sol regulares. Fica a dica: sair ao ar livre com braços e pernas descobertos por 15 minutos diariamente. Mas essa é apenas uma sugestão de uma lista de atitudes preventivas. O combate à barriga volumosa merece destaque, por seu potencial de destrambelhar as glândulas mamárias.

"A adesão ao pacote de exercícios, alimentação balanceada e controle de peso já reduz em 28% o risco de câncer de mama", garante Corrêa.

TRATAMENTOS HORMONAIS 

A pílula anticoncepcional não é motivo de preocupação, já que as formulações atuais são de baixa dosagem e seguras...A restrição de uso só se aplica a mulheres com forte histórico familiar de câncer de mama ou com mutações de BRCA1 e 2 diagnosticadas. Discuta com seu ginecologista. Com a terapia de reposição hormonal — prescrita para atenuar sintomas da menopausa —, a situação muda de figura. "Existem evidências de que, após cinco anos de uso, os riscos de desenvolver o tumor de mama aumentam significativamente", alerta a mastologista Maria do Socorro Maciel, do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo.

OBESIDADE 

Eis uma inimiga em potencial, sobretudo após a menopausa. Quando a mulher deixa de menstruar e, portanto, encerra a fabricação de estrogênio, ele para de atuar de forma nociva nas mamas. É aí que a gordura periférica das obesas entra em cena para bagunçar o organismo. "Nessa fase, uma enzima da glândula suprarrenal, a aromatase, inicia sua atuação, convertendo a gordura em hormônio, que passa a ter atividade estrogênica no tecido mamário", esclarece a mastologista Maira Caleffi, do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Em outras palavras, o inconveniente ganha prorrogação por tempo indefinido, até que a iniciativa de enxugar a silhueta ganhe contornos reais.

SEDENTARISMO 

Para início de conversa, ficar parado dá uma força ao acúmulo de quilos extras. Esse, por si só, é um bom argumento para mexer o corpo. Sem falar nos benefícios indiretos do exercício. "A ginástica também fortalece soldados do sistema de defesa chamados natural killers, uma proteção natural contra células defeituosas", acrescenta Maira. Vale a recomendação de sempre: 30 minutos de exercícios aeróbicos moderados, de três a cinco vezes por semana.
 

ABRIR MÃO DE AMAMENTAR
 
Outro equívoco de quem prioriza a saúde. Além de proporcionar um bem danado ao recém-nascido, "o aleitamento durante seis meses promove uma esfoliação interna das células da mama, renovação que favorece a eliminação de eventuais unidades precursoras de tumor", justifica o nutricionista Fabio Gomes, do Instituto Nacional de Câncer.
 

CONSUMO DE ÁLCOOL 

"Existem inúmeros estudos que correlacionam a ingestão de bebidas alcoólicas à doença", diz Maira. "Ultrapassar três drinques semanais já é considerado arriscado, segundo as evidências", avisa. Nem é preciso falar que a situação só piora com o aumento dos goles.

ALIMENTAÇÃO 

Ainda não existe consenso em relação a alimentos que exerçam influência direta na prevenção ou na ocorrência do câncer de mama. "Mas, em geral, frutas, legumes e verduras contêm substâncias antioxidantes, que ajudam a combater os radicais livres", lembra Fabio Gomes. Além disso, o nutricionista ressalta que itens muito calóricos, como os cheios de açúcar e gordura, estão por trás da temida obesidade.

ESTRESSE, DEPRESSÃO E ANSIEDADE
 
Além de contribuir com uma alimentação desregrada e diminuir o pique para a atividade física, os especialistas já sabem que o abalo emocional é capaz de detonar o sistema imunológico. "Daí que as unidades de defesa perdem sua habilidade de reparar células que sofreram mutação, abrindo a guarda para sua multiplicação anormal e o nascimento de um tumor", explica Nazário.
 

DETECÇÃO PRECOCE 

Não importa se você integra a ala feminina majoritária, que só precisa andar na linha para escapar do problema, ou se carrega no DNA uma vulnerabilidade que exige mais cautela. A orientação para todas as mulheres é a mesma, e se resume a duas palavras: prevenção e atenção. Assim, mesmo se todo o seu esforço em viver de maneira saudável falhar, o diagnóstico prematuro do câncer garantirá um tratamento sem grandes traumas e consequências. Em nome da qualidade de vida e da autoestima, essa é uma precaução que não pode faltar.

CUIDADOS
 
O rastreamento do tumor de mama deve se intensificar de acordo com a probabilidade de ele dar as caras
.

›› Sem histórico na família: a mulher deve se submeter a uma mamografia por ano a partir dos 40, já que 97% dos casos nesse grupo surgem após essa idade.
 

›› Com um episódio familiar: quem tem uma tia diagnosticada com um câncer de mama, por exemplo, não necessariamente vive na iminência de herdar alterações genéticas. Mas, pelo sim, pelo não, é indispensável antecipar a primeira mamografia para os 35 anos e seguir com o acompanhamento anual.

›› Com mutação nos genes BRCA1 e 2 diagnosticada: essas pessoas requerem vigilância reforçada. A palpação no consultório deve ser realizada com um intervalo menor, a cada seis meses. Já o rastreamento anual é feito por meio de ressonância magnética, que, extremamente sensível, é capaz de detectar modificações mínimas, imperceptíveis em outros aparelhos. Fonte: (Rev. Saúde)

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Colesterol: de Gota a Alzheimer

Em excesso, ele não é inimigo apenas do coração. De panes nos neurônios a dolorosas inflamações no dedão do pé, achados recentes desvendam o que a substância pode causar pelo corpo.

Embora esteja na boca do povo há décadas, com frequência duas grandes confusões são feitas a seu respeito. A primeira é chamá-lo de gordura, quando, na verdade, trata-se de um álcool complexo - detalhe químico mais complexo ainda. A segunda é que seu potencial nocivo se restringe ao sistema cardiovascular. "O colesterol circula por boa parte do organismo para formar membranas celulares, ácido biliar e hormônios", relata Eder Quintão, endocrinologista do Laboratório de Lípides da Universidade de São Paulo. Esse acesso quase irrestrito, apesar de essencial para inúmeras atividades, traz seus inconvenientes. Isso porque dá a possibilidade de ele, quando nas alturas, acarretar estragos em diversas regiões.

Após analisarem dados epidemiológicos que relacionam altos índices da partícula a demências, por exemplo, cientistas da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, decidiram averiguar o que estaria por trás desse fenômeno. Valendo-se de equipamentos modernos, eles descobriram que o protagonista da reportagem está intimamente ligado ao surgimento das famigeradas proteínas beta-amiloides. "Essas moléculas danificam células nervosas, promovendo a doença de Alzheimer", ensina o bioquímico Charles Sanders, coordenador da pesquisa. 

"O trabalho americano nos ajuda a compreender o motivo pelo qual observamos um acúmulo de placas beta-amiloides ao colocarmos neurônios em um meio de cultura repleto de colesterol", enfatiza o neurologista Paulo Caramelli, da Universidade Federal de Minas Gerais. "Mas ele não explica por que existe uma associação, principalmente em pacientes acima dos 75 anos, entre a doença de Alzheimer e problemas vasculares", contrapõe.

Há, claro, quem acredite que esse vínculo seja resultado da idade avançada. Em outras palavras, indivíduos nessa faixa etária tenderiam a sofrer mais com ambos os transtornos simplesmente pelo fato de o corpo estar envelhecendo. Essa, entretanto, não é a única hipótese levantada pelos especialistas. "Taxas elevadas de colesterol provocam inflamações nos vasos, que, ao longo dos anos, também dificultam a passagem de sangue", ressalta Angelina Zanesco, fisiologista do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista, em Rio Claro. Se a artéria comprometida é uma que chega à massa cinzenta, as células nervosas deixam de ser abastecidas adequadamente com o líquido vermelho. Resultado: elas param de funcionar direito por falta de nutrientes, o que contribuiria para o extermínio das memórias.

Outro mal que às vezes implica queima de arquivos mentais atende pelo nome de derrame isquêmico - o bloqueio por completo do fluxo sanguíneo acaba matando os neurônios, digamos, de fome. Em várias situações, a obstrução decorre do excesso de colesterol circulante.

Quando o assunto é diabete, invariavelmente se fala em glicose. Mas adivinhe que outra molécula está envolvida com a enfermidade. "O excesso de colesterol no pâncreas atrapalha a fabricação de insulina, responsável por colocar o açúcar para dentro das células", revela Francisco Helfenstein Fonseca, cardiologista e coordenador do Setor de Lípides, Aterosclerose e Biologia Vascular da Universidade Federal de São Paulo. E, com doses a menos desse hormônio na circulação, a glicemia sobe que nem foguete. Por outro lado, quando você tem bastante HDL, aquela espécie de faxineiro da circulação, a probabilidade de desenvolver ou agravar o quadro diminui.

Nem as articulações estão a salvo da avalanche de colesterol. "Ele facilita o aparecimento de crises de gota", exemplifica Ricardo Fuller, chefe do Ambulatório de Reumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo. Esse distúrbio, caracterizado por inchaço e dores intensas nas juntas - principalmente no dedão do pé -, depende de processos inflamatórios para dar as caras. Ao que tudo indica, taxas expressivas da substância em questão auxiliam a alastrar esse incêndio.

A artrite reumatoide, outro mal que ataca as juntas, propiciando incômodos, perda de movimento e deformações, também pode ser agravada por você já sabe quem. "Aliás, uma pesquisa deste ano verificou falhas na função do HDL de quem possui a doença", reforça Fuller. Mesmo assim, ainda faltam evidências sólidas de que o tratamento para controlar o colesterol beneficie pessoas com desordens reumatológicas.

No futuro, a ciência deve oferecer uma resposta definitiva para essa dúvida. Outra pergunta é se a partícula abordada aqui seria o estopim para cânceres. "Segundo alguns estudos, o uso de estatinas, medicamentos que reduzem a concentração dessa molécula no sangue, previne tumores como o de próstata, mama e intestino", afirma Samuel Aguiar Júnior, cirurgião oncologista e diretor do Núcleo de Tumores Colorretais do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. "Só que esses trabalhos são poucos e ainda controversos", ressalva.

Um vestígio extra desse possível elo é o de que levantamentos populacionais definem sujeitos com pouco LDL e muito HDL como mais protegidos contra o câncer. "Resta saber se o dado encontrado é consequência do colesterol ou se hábitos saudáveis, que regulam seus níveis ao mesmo tempo que trazem outras melhorias para o organismo, são os verdadeiros responsáveis pelos números encontrados", pondera Aguiar Júnior.

O que doma o colesterol
Quando descobrimos que grande parte dessa substância é manufaturada no fígado independentemente da alimentação, muita gente supõe que quase não adianta tomar cuidado com o que ingerimos. "Essa impressão não poderia estar mais equivocada", garante Raul von der Heyde, nutricionista da Universidade Federal do Paraná. "Por exemplo: o consumo de gorduras saturadas, presentes no óleo de dendê, em carnes e no leite, aumenta significativamente os índices de colesterol, sobretudo de LDL, na corrente sanguínea", argumenta o especialista.

Se as gorduras saturadas culminam em mais LDL, as poli-insaturadas das nozes e do salmão fazem exatamente o contrário. "Mas elas, se ingeridas além da conta, infelizmente reduzem os níveis de HDL", lamenta Raul von der Heyde. Por isso, nada de abusar - o ideal é que elas componham não mais do que 10% do total de calorias do dia.

Também aposte nas fibras solúveis. Junto com a água, elas formam um gel no intestino que impede o colesterol de ser absorvido. Para abastecer seus estoques do nutriente, invista em frutas como maçã, laranja e pera ou lance mão da aveia. Só não se esqueça de beber H2O. Caso contrário, os benefícios se esvaecem.

Por mais que certos estudos vinculem o azeite de oliva e o abacate, fontes de gordura monoinsaturada, com mais HDL no sangue, não existe uma verdadeira comprovação de que isso ocorre. Se o objetivo é incrementar a concentração dessa aliada da saúde, a melhor estratégia atende pela alcunha de atividade física. "Os exercícios não apenas aumentam o número das moléculas como melhoram a qualidade delas", acrescenta Maria Teresa Zanella, presidente do Departamento de Dislipidemia e Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

Para obter a benesse, são necessários esforço e um pouco de paciência. "A intensidade precisa ser de moderada a alta. Após três meses de prática esportiva constante, as mudanças começam a surgir", informa a fisiologista Angelina Zanesco. Com o colesterol sob rédeas curtas, as memórias de uma vida livre de diabete, câncer e dores nas articulações têm tudo para ficar na sua cabeça.


Cuide da sua saúde. Faça regulamente exercícios e um check up médico.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

DIA DA COLUNA VERTEBRAL

Você sabia que hoje é dia da Coluna Vertebral?

Pois é, ela é tão importante que merece um dia só dela.

Sabemos da importância de ter cuidados com a coluna, mas no corre corre diário relaxamos e não tomamos o devido cuidado que ela merece. É fundamental cuidar da sua coluna, selecionamos algumas dicas que podem ajudar na prevenção de dores, lombalgias, fraturas e hérnias.

Cuidado nunca é demais. Procure um médico se sentir dores, desconforto ou perceber que sua coluna está saindo do eixo. 
Um grande abraço!

DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO



Olá amigos,
Hoje é dia mundial da alimentação e como a maioria das pessoas não se alimenta corretamente, uma dica de alimentação nunca é demais.

No site do Ministério da Saúde tem muita coisa boa à respeito. Você pode acessar pelo link:
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=1444
Nos site também você pode responder um questionário e saber como está a sua alimentação, o que pode te ajudar a descobrir onde está falhando e o que pode melhorar: http://nutricao.saude.gov.br/teste_alimentacao.php 
Espero que gostem!
Boa tarde à todos!!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

7 Maneiras de melhorar o convívio com o portador de Alzheimer


Somente quem convive com o paciente de Alzheimer sabe o quanto é importante o contato e o carinho dos familiares. Não apenas na relação de cuidado, mas também no manejo da doença junto ao médico e outros profissionais de saúde fazem toda a diferença. “É estabelecida uma relação de confiança entre médico, paciente e cuidador”, afirma o psicogeriatra Cássio Bottini, coordenador do programa de terceira idade do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Mesmo em famílias com muitas pessoas, em geral alguém é eleito para cuidar do paciente e aprender como lidar com os desafios que surgem a cada dia. 

As dicas foram elaboradas pelo site Minha Vida e estão logo abaixo:


Elabore uma agenda semanal

Manter uma rotina bem estruturada garante o número de horas de sono adequado, evita erros com a medicação e ainda reserva um tempo para outras atividades. Cássio Bottini recomenda que seja estipulada a rotina para toda a semana. “Uma agenda bem feita não preenche o tempo todo do idoso, mas garante que seja reservado um espaço para atividades que vão melhorar a qualidade de vida dele”. Além disso, a rotina bem organizada ajuda o paciente a se localizar – perda de referências de tempo e espaço é um dos problemas característicos do Alzheimer. “Muitos não reconhecem a própria casa e nem os parentes e acreditam que fatos acontecidos há muito tempo são recentes”.

Incentive a independência

“O recomendado é estimular o paciente a fazer as atividades do dia a dia com supervisão e oferecer ajuda somente nos casos de dificuldade, sempre com o objetivo de evitar riscos’, recomenda o psicogeriatra Cássio. Já atividades potencialmente perigosas, como cozinhar, dirigir e até mesmo fazer operações bancárias, devem ser evitadas.

Fique atento às reações

“Não existe nenhuma restrição à exposição do portador de Alzheimer a pessoas de fora do ambiente familiar”, afirma Cássio Bottini. “Mas é importante que o familiar fique atento às reações do idoso, já que muitas vezes ele pode se sentir ansioso na presença de estranhos e acabar ficando inseguro”. Mas não deixe estimular o contato com outras pessoas, isso é muito importante para a qualidade de vida do portador da doença.

Aprenda a lidar

Muitas vezes acaba sendo estressante lidar com quem tem Alzheimer. As informações têm que ser repetidas várias vezes, a compreensão é difícil, os gestos são mais lentos: é preciso muita paciência. Mas, segundo Cássio Bottini, mais que calma, é preciso aprender a lidar com essas características da doença. “Além de entender as limitações, é muito importante manejar os problemas sem deixar de estimular o idoso”, conta. “Aceitar a limitação é um erro grave, sufoca um contato de qualidade”.

Organize um ambiente seguro

É importante que a família e o cuidador façam adaptações na casa para que ela se torne um ambiente seguro para o portador de Alzheimer. Existem diversas dicas de como ajustar o lar ao idoso com esse tipo de demência. A psicóloga Fernanda Gouveia Paulino, presidente nacional da Associação Brasileira de Alzheiemr (ABRAZ) dá algumas delas: “Retire tapetes (que podem causar quedas), coloque proteção nas janelas, corrimão de apoio no box e próximo ao vaso sanitário, além de piso antiderrapante no chão, é importante sempre supervisionar o idoso na hora do banho”. É importante também manter o fogão longe do acesso do idoso.

Faça perguntas simples

Muitas vezes fica difícil manter um diálogo com o portador de Alzheimer em função da confusão mental quase sempre presente. Mas a conversa não é impossível, basta um pouco de calma e uma fala bem ordenada para melhorar o bate-papo. Cássio Bottini explica que a informação precisa ser transmitida de maneira simples, tocando em um assunto por vez. Falar de dois temas ao mesmo tempo aumenta as chances de desentendimento, o idoso acaba misturando os assuntos. “Também é importante fazer frases curtas e manter o contato visual o tempo todo para aumentar a atenção do paciente e vale falar de assuntos mais simples, nada muito complexo”, recomenda.

Estimule o exercício físico

Fernanda Gouveia explica que o tratamento do paciente com Alzheimer é feito com remédios e estimulações. Além de todo estímulo cognitivo, o exercício físico é uma excelente forma de estimular o portador de Alzheimer. Mas a profissional adverte: “Ele deve sempre ser feito com recomendação médica e acompanhado por um fisioterapeuta, nunca sozinho”. Quem foi sedentário a vida toda, encontrará ainda mais dificuldade para fazer atividades físicas se for afetado pela doença.

Na publicação do conteúdo do blog, nós estamos sempre pensando em vocês. Em trazer informação de qualidade e dicas para uma vida com mais qualidade.

Se tiver alguma dica de assunto envie um e-mail para nós: vivaclube@gmail.com

Bom dia a todos!

terça-feira, 9 de outubro de 2012

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Outubro Rosa

O mês de outubro é mundialmente chamado "Outubro Rosa", um movimento que visa chamar atenção para a importância do diagnóstico precoce e tratamento do câncer de mama. 

Nesse mês nosso Blog estará rosa para apoiar o movimento!

Participe também! 
Leia mais sobre o movimento no site: http://www.outubrorosa.org.br/


Dicas de como realizar o auto exame:


Boa semana a todos!!!